O nascimento de mais um filho, o renascimento de uma mãe – uma forma gloriosa de recomeçar

Quando descobri que estava grávida do Tomás, meu segundo filho, busquei um obstetra humanizado.

Não bastava um que aceitasse “tentar” o parto normal; tinha que rejeitar cesárea, a menos fosse indispensável. Tinha que deixar eu parir na posição que eu me sentisse mais confortável. Tinha que abominar a episiotomia. Essa obstetra foi a Dra. Lara Nahar: “Pode parir de ponta cabeça se você quiser”, ela me disse.

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